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José Wilker vive um astrofísico bem-sucedido profissionalmente, porém solitário, que volta ao Brasil depois de anos morando no Exterior. Com pouco tempo de vida por conta de um câncer, ele procura descobrir mais sobre o passado dos pais. É quando se apaixona por uma jovem moradora do subúrbio carioca (Taís Araújo).
| Gênero: |
Comédia |
| Tempo: |
110 min. |
| Lançamento: |
07 de Set, 2006 |
| Classificação: |
16 anos |
| Distribuidora: |
Columbia Pictures |
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Elenco
e créditos |
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| Estrelando: |
José Wilker, Taís Araújo, Sérgio Britto, Marco Ricca, Stepan Nercessian, Hugo Carvana. |
| Dirigido por: |
Cacá Diegues |
| Produzido por: |
Renata Magalhães, Paula Lavigne |
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Mais em Elenco e créditos |
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A volta do cinemão por vitorolive
Enviado em 09 de Set, Sáb |
Nota:
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Belamente realizado do ponto de vista estético, o filme é uma epopéia moderna que acompanha os últimos dias de um astrofísico desenganado em busca de suas próprias raízes. Usando como pano de fundo cenários de ontem e hoje, como um Brasil de 1950 hipnotizado pela Copa do Mundo ou as desventuras de moradores de uma favela da Baixada Fluminense dos dias atuais, tais núcleos servem mais como pano de fundo para servir aos propósitos de um roteiro trabalhado por quase dois anos pelo próprio Cacá. O resultado pode incomodar um pouco aqueles que esperam por um maior realismo nas cenas, mas não são essas as intenções do filme.
José Wilker, á frente de um elenco formidável, defende bem seu atormentado personagem, embora Sérgio Britto e Marco Ricca nos ofereçam atuações mais interessantes. Já no time feminino, há boas presenças como a de Déborah Evelyn e da estreante Anna Sophia Folch, mas é inevitável deixarmos de notar a habitual competência da sempre grande Lea Garcia e o amadurecimento artístico de Taís Araújo, muito, muito bem em cena.
“O maior amor do mundo” é, acima de tudo, um filme belo, poético, denso, até certo ponto romântico por celebrar que a vida sempre vale a pena, revelando uma estética menos realista que “Orfeu” e mais lírica e emocional. Os elementos do “cinemão” estão lá: bela fotografia, música envolvente, grandes dramas e tom arrebatador. E tem até final surpreendente, muito em voga no cinema atual. E embora não se desprenda da linguagem atual de cinema, sua essência está naquele tipo de filme que se fazia antigamente. Sem dúvida, o melhor filme de Cacá Diegues dos últimos 20 anos.
2 de 2 pessoas acharam esta resenha útil.
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Não assisita! por adriano_paulapessoa
Enviado em 13 de Set, Qua |
Nota:
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Filme confuso. O roteiro se perde em vários momentos. A história começa de um jeito e termina de outro. Apesar disso, a atuação de José Wilker é muito boa e faz com que o filme seja suportável até o final.
1 de 2 pessoas acharam esta resenha útil.
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Um bom filme por m_chyla
Enviado em 12 de Set, Ter |
Nota:
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O maior amor do mundo é um filme que transpira sensibilidade, apesar do mundo cruel e violento ali mostrado. Revela a busca do amor verdadeiro, sentimento hoje confundido e retorcido pela brutalidade humana. Por essa intrincada contradição e a belíssima atuação de José Wilker e outros atores, gostei muito do filme e recomendo para todos aqueles que admiram a arte cinematográfica.
2 de 2 pessoas acharam esta resenha útil.
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pra variar... por eusobao
Enviado em 19 de Set, Ter |
Nota:
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um ótimo tema, uma ótima história ótimos atores... porem, é so ver o trailer de menos de dois minutos e escutar palavroes que acompanham todo o cinema nacional. Quando vão aprender que a linguajem usada nas ruas não deve ser usada nos cinemas? por favor... é por essas e outras que eu não gosto do cinema nacional. temos ótimos atores, diretores, reotiristas, mas, o filme, por mais que seja bom, acaba se tornando insuportável de assistir...
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