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Daphne Wilder (Diane Keaton) é mãe de três jovens: a psicóloga Maggie (Lauren Graham), a irreverente Mae (Piper Perabo) e a insegura, porém adorável Milly (Mandy Moore). Na tentativa de evitar que sua filha mais nova cometa os mesmos erros do passado, Daphne resolve que encontrará o rapaz perfeito a Milly, que nem imagina que sua mãe colocou um anúncio num site de encontros para descobrir onde ele está.
| Gênero: |
Comédia Dramática |
| Tempo: |
102 min. |
| Lançamento: |
27 de Abr, 2007 |
| Classificação: |
12 anos |
| Distribuidora: |
Downton Filmes |
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Elenco
e créditos |
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| Estrelando: |
Diane Keaton, Mandy Moore, Piper Perabo, Tom Everett Scott, Gabriel Macht, Lauren Graham, Stephen Collins, Zachary Gordon, Colin Ferguson, Tony Hale, Neil Hopkins |
| Dirigido por: |
Michael Lehmann |
| Produzido por: |
Paul Brooks, Jessie Nelson |
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Mais em Elenco e créditos |
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Se mudar, estraga por tatiana_brayner
Enviado em 23 de Mai, Qua |
Nota:
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Quando vejo o anúncio de um filme com Diane Keaton logo me vem na cabeça o hilário Alguém tem que ceder, com o inigualável Jack Nicholson. Ela é linda, madura e tem como ninguém a capacidade de envolver o espectador de um jeito... sem palavras.
E foi ela quem me atraiu para assistir semana passada a comédia romântica Minha mãe quer que eu case. Ao lado da queridinha Mandy Moore (de A walk to remember – Um amor para recordar) elas dão o fôlego necessário para o longa de quase duas horas de duração. Uma história teoricamente batida entra em cena: a mãe não quer ver a filha caçula “encalhada”. Mas aí é que você se engana. Não tem nada de convencional nesse assunto. Pelo menos não nesse caso.
A trama ainda traz mais rostinhos conhecidos. É praticamente a fórmula para o sucesso! A eterna Lorelai Gilmore (de Gilmore Girls), Lauren Graham, faz a irmã terapeuta Maggie. E a loirinha Piper Perabo (do clássico Show Bar) aparece como Mae, completando a família. No meio de muitos papos sobre sexo e compras em lojas enormes elas vão mostrando para o público uma interação envolvente. O clímax é uma apresentação musical – até porque isso você já previa não é? Filme de Mandy Moore tem que ter uma ‘parte cantante’.
Esse é o momento em que você pula o parágrafo e vai lá para o último. Tem gente – como eu – que não gosta de saber detalhes antes de ver o filme. Mas tenho certeza de que alguém já viu e quer ler minha opinião. Sejamos justos. Vou falar.
Você não levanta da cadeira querendo saber o que vem pela frente. A presença adorável fica com Gabriel Macht, um dos pares românticos de Milly. É só ele aparecer pela primeira vez que qualquer uma se apaixona. Nem precisou falar nada no filme pra todos saberem que “ele era o cara”. Mas quando falou.. ai...ai... A voz de radialista deu o charme final. Não dava pra não torcer por ele. Mas a surpresa mesmo fica com seu tio. O casal principal muda no final do filme!
Tudo bem. Parei de contar. E não vou me atrever também a comentar detalhes técnicos como luz, fotografia e tudo mais. Comédia romântica é pra se divertir, não analisei nada, admito. Fiquei olhando o galã sim! E me diverti muito!
As músicas, apesar de desconhecidas para mim também me chamaram a atenção. Estou terminando de pegar todas as que tocaram no cinema.
Receita para seu filme? Simples: duas colheres bem cheias com a risada contagiante e os gritinhos de Diane Keaton, uma de Mandy Moore com sua voz doce, duas pitadas de Lorelai (ops! Lauren Graham) e uma da animadinha Piper. O tempero especial e segredinho do chef é um “latin lover bad boy bonitão”. Se optar por um que não está tão em evidência... Perfeito! Fuja das mesmices à la Brad Pitt e a surpresa vai ser infalível!
[http://www.nitideal.com.br/newnit/index.php?display=MATERIAS&action=2&id=2029]
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