Drama baseado na experiência do congressista texano Charlie Wilson (Tom Hanks), que, mesmo sob disfarce, passou momentos tensos no Afeganistão. Wilson estava naquele país durante a guerra contra os soviéticos e manteve relacionamento estreito com os rebeldes afegãos.
Jogos do Poder não é o tipo de filme facilmente digerível. Complexo, cheio de tramóias políticas e contextos históricos, pode entediar as platéias mais jovens, que podem ir ao cinema atraídas pelo...
Bom filme, boas atuações, boa encenação mas péssima tradução legendada. Não entendo como não se faz uma revisão nas traduções. Certas expressões ou são ininteligíveis e sem significado para o público espectador brasileiro ou são simplesmente cômicas. Sempre que se precisa traduzir falas recheadas de jargões ou linguagem técnica específica de um grupo (no caso do filme dos membros da administração pública e do legislativo dos EUA), e não falo nem das gírias e expressões idiomáticas que deveriam ser de conhecimento obrigatório de qualquer tradutor, o resultado é mais trágico e cômico do que o habitual. Talvez pensem que são novos Guimarães Rosa. Nota zero para os tradutores e para as legendas.
O filme é cheio de grandes preconceitos dos americanos em pequenos detalhes. O americanos tentam salvar o mundo, e desta vez da ameaçadora União Soviética. O filme se passa durante a Guerra Fria, os russos fizeram o que os americanos fazem até hoje. Não que eu defenda os russos, mas creio que toda guerra O que salva o filme é a excelente atuação de Tom Hanks e Júlia Roberts (a personagem dela deixa muito a desejar).
Muito interessante, mostra claramente o que os americanos fazem, dão armas e treinamento militar, depois abandonam o pais. Deixa claro que as verdadeiras gerras só se ganha pela educação.