Natural de Katy, no Texas, a atriz se formou em Cinema, Rádio e TV na Universidade do Texas, em 1991, e a partir daí decidiu batalhar pela carreira de atriz. Fez testes para comercias de TV e diversos filmes, até que conseguiu um papel em
Jovens, Loucos e Rebeldes. Atuou também em
Caindo na Real, com a participação de Winona Ryder e outros nomes da chamada Geração X – aquela de 20 e poucos anos que fez sucesso no começo dos anos 90. Mas ganhou destaque em
Jerry Maguire – A Grande Virada, de 1996, produção independente em que atua ao lado de Tom Cruise. Recusou, nessa época, um convite para participar de
Godzilla e acabou se livrando de um fiasco. Em 2000, esteve em
A Enfermeira Betty, ganhando o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Comédia. Também teve sua atuação elogiada em
O Diário de Bridget Jones, uma adaptação para o cinema da personagem de Helen Fielding.
ABC - Renée Kathleen Zellweger nasceu em Katy, perto de Houston, Texas, no dia 25 de abril de 1969.
Betty - Foi muito elogiada em A Enfermeira Betty. A performance rendeu-lhe o Globo de Ouro de Melhor Atriz - Comédia ou Musical. Em 2001, repetiu a dose nesse prêmio por seu trabalho em O Diário de Bridget Jones e, em 2003, pelo musical Chicago. A consagração veio com o Globo de Ouro e o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, em 2003, por Cold Mountain.
Chorona - Nada de mulher durona; Renée é do tipo que chora por tudo, "até nos meus filmes", como diz. E entre os que a levam às lágrimas estão Bambi, A Força do Carinho, O Mágico de Oz, Lassie e O Campeão.
Discreta - De estrela hollywoodiana Renée não tem nada. A bela faz questão de preservar sua vida pessoal longe da imprensa. Tem poucos amigos atores e mantém seus pais afastados do show business.
Estudos - Em 1991, Renée graduou-se em Cinema, Rádio e TV, pela Universidade do Texas. Após a formatura, foi batalhar pela carreira de atriz e fez testes para comerciais e filmes, produzidos entre Houston e Austin.
Família - Corre nas veias da estrela o sangue nórdico. Engenheiro sueco, o pai Emil Zellweger casou com a enfermeira norueguesa Kielfrid, em 1963. A atriz também tem um irmão, o publicitário Drew Zellweger, que nasceu em 15 de fevereiro de 1967.
Godzilla - Recebeu oferta para trabalhar em Godzilla, mas não aceitou. Preferiu usar a fama depois de Jerry Maguire - A Grande Virada para atuar em produções independentes e se livrou de um fiasco.
Heroína - Cameron Crowe, o diretor de Jerry Maguire - A Grande Virada, adora a atriz. Para ele, Renée é uma heroína ao estilo Billy Wilder, daquelas que chora quando deve rir e ri quando deve chorar.
Infância - Em Katy, a pequena cidadezinha interiorana onde nasceu e cresceu, Renée teve uma infância tranqüila e uma educação liberal.
Jim - Nas filmagens de Eu, Eu Mesmo e Irene, Renée e Jim Carrey se apaixonaram. A relação foi intensa e passageira e acabou quando eles falavam em casamento. Antes, namorou o diretor Josh Paté, de Impostor, e viveu com o ator Rory Cochrane, por quatro anos.
Lista - Em 2001, entrou para a famosa lista da 50 Pessoas Mais Bonitas, da People. No mesmo ano, figurou entre os "Top 20 Entertainers", do canal E! Entertainment Television.
Matrimônio - Casou com o cantor country Kenny Chesney, em 9 de maio de 2005, numa cerimônia de 15 minutos em um resort na ilha de St. John, nas Ilhas Virgens. O casamento foi anulado em 20 de dezembro do mesmo ano, a pedido de Renée que alegou "fraude", sem dar mais detalhes.
Nudez - É muito tímida. Cameron Crowe até queria, mas ela se recusou a mostrar os seios em Jerry Maguire. "No cinema, a sexualidade aparece de forma gratuita e, em vez de enriquecer uma cena, transforma-se em distração", diz ela.
Ontem - A colegial Zellweger foi cheerleader, praticava ginástica olímpica e jogava basquete. Também chegou a trabalhar como garçonete em um clube de strip-tease.
Peso - Para fazer O Diário de Bridget Jones, engordou oito quilos e adotou uma dieta que incluía feijão, croissants, biscoitos... Ao ser questionada se faria a continuação do filme, Renée negou-se veementemente a passar pelo mesmo processo. Mas mudou de idéia e fez novamente essa dieta de peso para encarnar a anti-heroína de Bridget Jones - No Limite da Razão.
Queridinho - Tinha verdadeira adoração pelo cachorro Dylan, que a acompanhou por 14 anos. O vira-latas misturado a collie e golden retriever morreu em novembro de 2003.
Receita - Sua receita para escolher papéis é só trabalhar com pessoas que lhe acrescentem algo. "Nunca dependi do que os outros julgavam sucesso ou fracasso. Sempre soube quem sou, sempre distingui o que me faz feliz e isso não tem preço."
Sotaque - Antes de começar a filmar O Diário de Bridget Jones, Renée se mandou para Londres e ficou dois meses aperfeiçoando o sotaque britânico. Nesse tempo, trabalhou incógnita numa agência de publicidade.
Talento - Quem a vê em Chicago, não sabe o quanto a bela penou para gravar aquelas cenas. Ela nunca havia cantado em público e nunca tivera aulas de dança. Para conseguir se sair bem no trabalho, assistiu atentamente a todos os movimentos da colega Catherine Zeta-Jones, experiente cantora e atriz nos palcos londrinos. Ao todo, foram dez meses de preparação.
Ultraje - Quando ela foi escolhida para fazer Bridget Jones, a imprensa britânica disse cobras e lagartos. Como uma texana ganhou um papel que poderia ser de Cate Blanchett, Helena Bonham Carter ou Kate Winslet? O sucesso do filme calou a boca de todos.
Vítima - O papel de vítima na continuação de O Massacre da Serra Elétrica era pequeno. Mas, nas filmagens, conheceu Matthew McConaughey que lhe mostrou o roteiro de Um Amor e Uma 45. Renée foi atrás, conseguiu o papel e começou a ser conhecida no circuito independente.
X - Um dos seus primeiros papéis foi em Caindo na Real, estrelado por Winona Ryder e um retrato da chamada Geração X, aquela dos vinte e poucos anos do começo da década de 90.
Zelly - Carinhosamente chamada pelos amigos de Zelly, a atriz ganhou um cachê de US$ 15 milhões mais um bônus de US$ 3,2 milhões por ter engordado 13 quilos para estrelar Bridget Jones - No Limite da Razão.